# NFe/CTe Downloader Extensão da Aiteks para consultar e baixar NF-e (modelo 55) e CT-e (modelo 57) disponíveis ao CNPJ na Distribuição DFe da SEFAZ. Organiza XML, PDF de conferência e Excel no computador do usuário. Produto independente da Aiteks, sem vínculo com a SEFAZ ou outros órgãos públicos. Revisado em 2026-10-14. Versão observada na Chrome Web Store: 1.4.1, atualização da loja em 2026-10-07. ## Preço R$ 89,90/mês via PIX. 1 sincronização gratuita. Pagamento avulso por um mês de acesso, sem renovação automática e sem fidelidade. ## Requisitos - Google Chrome em um computador Windows, macOS ou Linux. - Certificado ICP-Brasil A1 ou A3 válido, instalado e acessível ao Chrome; no A3, token ou cartão conectado e driver da certificadora configurado. - CNPJ autorizado pelo certificado e com documentos disponíveis nos serviços da SEFAZ. - Conta Google para acessar o plano da extensão e conexão com a internet para sincronizar. ## Recursos - Consulta e download de NF-e e CT-e disponibilizados ao CNPJ pela Distribuição DFe. - Certificado usado pelo navegador na conexão mTLS com a SEFAZ, sem upload à Aiteks. - XMLs em ZIP e planilha Excel com NF-e, itens, CT-e e eventos conforme os dados recebidos. - DANFE e DACTE gerados localmente para conferência quando há XML completo. - Histórico e cursor de NSU separados por CNPJ e por serviço. ## Limites ### A disponibilidade tem prazo Na NF-e, os documentos ficam disponíveis por até 90 dias da recepção no Ambiente Nacional. Selecionar um mês filtra o acervo recebido; não cria uma consulta histórica. A geração inicial de NSU não é retroativa. ### As consultas têm intervalos e cotas Na NF-e, consultas pontuais por chave e por NSU compartilham a cota de 20 por hora por CNPJ. Após o fim da fila ou retorno sem documentos, aguarde 1 hora. O erro 656 exige pausa; insistir pode reiniciar a contagem. Outros sistemas do mesmo CNPJ também interferem. ### Resumo não é XML completo O retorno pode ser resumo, documento completo ou evento. Resumos não contêm todos os itens e não geram DANFE. A extensão não realiza manifestação do destinatário e não garante a liberação de XML completo. ### O Pro mantém as regras da SEFAZ O plano remove o limite de sincronizações da extensão durante a vigência. Não amplia a janela, a cota nem as permissões da SEFAZ. Notas emitidas pela própria empresa devem ser obtidas no emissor ou em serviço estadual autorizado; não há integração com esses portais. ## Ferramentas gratuitas - [Conferir frete: CT-e × NF-e](https://www.nfecte-downloader.com.br/conferir-frete-cte-nfe): Relacione as notas de cada conhecimento, veja quais XMLs faltam e exporte a conferência em CSV. - [Por que meu XML não aparece?](https://www.nfecte-downloader.com.br/diagnostico-xml): Um roteiro pelo seu sintoma: resumo, retorno vazio, erro 656, certificado ou acesso ao CT-e. - [Conferir a estrutura do XML de CT-e](https://www.nfecte-downloader.com.br/validar-xml-cte): Leia chave, emitente, tomador, protocolo e valores de um CT-e modelo 57 no navegador. - [Validar uma chave de acesso](https://www.nfecte-downloader.com.br/chave-de-acesso): Identifique o modelo, a UF e o emitente e confira o dígito verificador antes de procurar o arquivo. - [Ver a disponibilidade da SEFAZ](https://www.nfecte-downloader.com.br/status-sefaz): Veja o estado dos autorizadores e diferencie indisponibilidade geral de uma falha no seu acesso. O conferidor cruza apenas XMLs locais de NF-e 55 e CT-e normal 57, sem upload. Não verifica assinatura, autorização atual, cancelamento ou cobrança contratual. O diagnóstico orienta pelo sintoma informado; não consulta a SEFAZ. ## Perguntas frequentes ### A disponibilidade tem prazo: o que isso significa? Na NF-e, os documentos ficam disponíveis por até 90 dias da recepção no Ambiente Nacional. Selecionar um mês filtra o acervo recebido; não cria uma consulta histórica. A geração inicial de NSU não é retroativa. ### As consultas têm intervalos e cotas: o que isso significa? Na NF-e, consultas pontuais por chave e por NSU compartilham a cota de 20 por hora por CNPJ. Após o fim da fila ou retorno sem documentos, aguarde 1 hora. O erro 656 exige pausa; insistir pode reiniciar a contagem. Outros sistemas do mesmo CNPJ também interferem. ### Resumo não é XML completo: o que isso significa? O retorno pode ser resumo, documento completo ou evento. Resumos não contêm todos os itens e não geram DANFE. A extensão não realiza manifestação do destinatário e não garante a liberação de XML completo. ### O Pro mantém as regras da SEFAZ: o que isso significa? O plano remove o limite de sincronizações da extensão durante a vigência. Não amplia a janela, a cota nem as permissões da SEFAZ. Notas emitidas pela própria empresa devem ser obtidas no emissor ou em serviço estadual autorizado; não há integração com esses portais. ### Consigo recuperar NF-e de qualquer mês ou ano? Não pela Distribuição DFe. A janela de NF-e é de até 90 dias da recepção no Ambiente Nacional, e não da emissão. As datas da extensão filtram documentos recebidos, sem solicitar um arquivo histórico mensal. A geração de NSU no início do uso do serviço não é retroativa. Para períodos ausentes, procure o emitente, o seu acervo ou um portal estadual autorizado. ### Como funciona a recuperação de NF-e por NSU na versão 1.4.0? Informe um NSU conhecido de NF-e ou uma faixa de até 1.000 NSUs. A recuperação preserva o cursor da busca normal, salva o progresso por CNPJ e pausa para retomada manual quando a cota termina. Consultas por chave e por NSU compartilham 20 por hora na SEFAZ; a extensão usa até 18 por segurança. O retorno pode ser resumo, XML completo, evento ou nenhum documento. O NSU da NFS-e não serve para NF-e. ### O Pro elimina limites da SEFAZ? O Pro remove somente o limite de sincronizações do aplicativo durante a vigência. Ele não amplia a janela, as cotas, o acesso a XML completo ou a disponibilidade do serviço. Outros sistemas do mesmo CNPJ podem afetar a distribuição. Após o fim da fila ou uma consulta sem documentos, aguarde 1 hora. Se houver 656, respeite a pausa: insistir antes pode renovar o bloqueio. ### Baixar novamente consulta a SEFAZ ou recupera notas emitidas pela minha empresa? Baixar novamente só exporta documentos salvos neste navegador, para o CNPJ e tipo selecionados. Não é backup em nuvem e não recupera arquivos que não foram armazenados. A distribuição não entrega os documentos gerados pelo próprio ator; obtenha as suas notas emitidas no emissor ou no portal estadual. A recuperação por NSU é uma consulta separada à SEFAZ, sujeita às regras do serviço. ### Como o NFe/CTe Downloader baixa as notas? Pela API oficial de Distribuição DFe da SEFAZ (os webservices NFeDistribuicaoDFe e CTeDistribuicaoDFe). A extensão percorre os documentos por NSU e monta um ZIP com os XMLs disponibilizados ao seu CNPJ. ### Preciso subir o meu certificado A1 para algum servidor? Não. O Chrome apresenta o certificado na conexão mTLS direta com a SEFAZ. A Aiteks não recebe o arquivo .pfx, a senha, a chave privada nem os XMLs. No A3, o token ou cartão precisa estar conectado com o driver da certificadora. ### A extensão emite ou dá manifestação do destinatário nas notas? Não. O produto é exclusivamente de consulta e download. Ele não emite documentos, não faz manifestação do destinatário e não assina nada — apenas baixa os XMLs que a SEFAZ disponibiliza para o seu CNPJ. ### Por que algumas NF-e vêm como resumo em vez de completas? A Distribuição DFe entrega parte das NF-e como resumo (resNFe), sem todos os itens. Durante a sincronização ativa, a extensão usa a chave de acesso para consultar o XML completo (procNFe), quando a SEFAZ o disponibiliza. O processo respeita os limites do serviço e não continua oculto em segundo plano. ### Como ter mais controle quando existem muitos resumos pendentes? Use períodos menores para conferir cada lote e acompanhar o que chegou completo. Isso não aumenta a cota da SEFAZ nem garante menos consultas. Respeite a pausa e o horário de retomada exibidos na extensão. ### O que é o erro 656 (consumo indevido)? É o bloqueio que a SEFAZ aplica quando um CNPJ consulta a Distribuição DFe rápido demais ou repete consultas sem novidade. O NFe/CTe Downloader respeita o intervalo entre chamadas e guarda o último NSU para reduzir esse risco. Se o 656 acontecer, a extensão orienta aguardar a janela informada antes de tentar de novo. ### Baixa NF-e de compra que eu nunca recebi por e-mail? Sim, quando o documento está disponível ao CNPJ pela Distribuição DFe. Isso independe de o fornecedor ter enviado o XML por e-mail e ajuda a recuperar notas de entrada dentro das regras e da janela mantida pela SEFAZ. ### E os CT-e em que a minha empresa é tomadora do frete? Selecione CT-e para consultar os documentos de transporte disponíveis ao CNPJ autenticado. O serviço tem cursor de NSU separado do da NF-e. A disponibilidade do XML completo depende das regras da SEFAZ. ### Em que formato as notas vêm? XML autenticado pela SEFAZ, organizado em ZIP. Junto vem uma planilha Excel (.xlsx) com abas de NF-e, CT-e, itens e eventos, além dos PDFs DANFE/DACTE gerados localmente quando há XML completo. Resumos e eventos não geram esses PDFs. ### Quais dados aparecem na planilha Excel de NF-e? Tipo de operação (entrada ou saída), natureza, emitente e destinatário, UFs, valores, ICMS, IPI, ICMS-ST, desconto, frete, total aproximado de tributos, IBS, CBS, forma de pagamento e vencimentos. A aba de itens traz produto, NCM, CFOP, quantidade, unidade, valor unitário e total. ### Quais dados aparecem na planilha de CT-e e eventos? Nos CT-e: origem, destino, modal, tipo de serviço, remetente, tomador, valor da carga, produto predominante, peso, ICMS, IBS, CBS e chaves das NF-e transportadas. Nos eventos, a extensão relaciona a chave ao número e ao emitente do documento local afetado, quando disponível. ### Funciona para várias empresas / vários CNPJs? Sim. O cursor de NSU é guardado por CNPJ e por serviço, sem misturar os históricos. Para mudar de empresa e certificado, saia da extensão e feche totalmente o Chrome antes de abrir novamente e selecionar o outro certificado. ### Quanto custa? R$ 89,90 por mês via PIX, com 1 sincronização gratuita. Pagamento avulso por um mês de acesso, sem renovação automática e sem fidelidade. O Pro não altera limites da SEFAZ. ### Qual navegador é suportado? Google Chrome (desktop), em Windows, macOS e Linux. A seleção de certificado para mTLS depende do gerenciador de certificados do sistema/navegador. ### Isso substitui o meu sistema contábil? Não. O NFe/CTe Downloader baixa os XMLs em lote; você os importa no seu sistema contábil (Domínio, Alterdata, Contmatic, etc.) para escrituração e apuração. --- # Erro 656 na NF-e: como interromper as consultas e retomar com segurança Identifique o consumo indevido, coordene os sistemas do CNPJ e retome a Distribuição DFe após a pausa, preservando o último NSU. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/erro-656-consumo-indevido-nfe Autor: Aiteks Revisado em: 2026-10-14 ## Resposta direta O código 656 indica consumo indevido na Distribuição DFe. Interrompa as consultas de todos os sistemas que usam o CNPJ, aguarde a janela de 1 hora sem novas tentativas e retome a partir do último NSU válido. Reiniciar o Chrome ou trocar de certificado não elimina o bloqueio. ## Antes de começar - Mensagem e horário da última resposta da SEFAZ. - CNPJ e serviço afetado (NF-e ou CT-e), sem confundir os dois históricos. - Acesso ao responsável pelos outros sistemas que consultam esse CNPJ. ## Passo a passo ### 1. Registre o retorno antes de tentar novamente Anote o código 656, o horário, o CNPJ e o serviço. Retorno 137 (sem documento) e fim da fila também exigem espera, mas não são por si só a mesma rejeição. ### 2. Interrompa as consultas do CNPJ Pare novas tentativas na extensão e coordene a pausa com ERP, robôs e outros computadores. Uma consulta feita por outro sistema pode interferir no intervalo. ### 3. Espere a janela completa Respeite o horário indicado no painel. Consultar durante o bloqueio pode reiniciar a contagem; não use outra ferramenta para testar repetidamente se liberou. ### 4. Retome com o histórico preservado Use o mesmo perfil do Chrome e a empresa correta. Não apague o armazenamento nem zere o cursor: a busca incremental deve continuar do último NSU válido. ### 5. Confira o resultado e salve o que chegou Documento localizado pode vir como resumo, XML completo ou evento. Se o 656 reaparecer, interrompa e envie ao suporte o horário e o retorno, sem anexar certificado, senha ou XML de cliente sem necessidade. ## Exemplo de espera — horários ilustrativos | Horário | Ação | Interpretação | | --- | --- | --- | | 10h00 | SEFAZ devolveu 656 | Parar consultas do CNPJ | | 10h20 | Outro sistema consultou | A contagem pode reiniciar | | 11h20 ou depois | Retomar uma vez, se não houve nova tentativa | Conferir a resposta efetiva | ## Resultado esperado A retomada pode trazer documentos ou informar que não há novidades. O objetivo é voltar ao fluxo permitido; a pausa não garante documentos novos nem XML completo. ## Limites e cuidados de conferência - Na NF-e, consultas pontuais por chave e por NSU compartilham a cota de 20 por hora por CNPJ. Após o fim da fila ou retorno sem documentos, aguarde 1 hora. O erro 656 exige pausa; insistir pode reiniciar a contagem. Outros sistemas do mesmo CNPJ também interferem. - A cota de 20 consultas pontuais por hora não significa um limite de 20 documentos distribuídos em lote. São operações diferentes. - Períodos menores ajudam a conferir resultados, mas não aumentam cotas nem removem bloqueios. ## Fontes - [Portal NF-e — regras de uso do NFeDistribuicaoDFe](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx?AspxAutoDetectCookieSupport=1&Informe=0cu%2FyBLKrCs%3D&ehCTG=false) - [Portal NF-e — NT 2014.002, Distribuição DFe](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=uWO2d%2FgTuWg%3D) - [Aiteks — descrição e versão na Chrome Web Store](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) ## Próximo passo [Instalar a extensão no Chrome](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) [Preço, requisitos e limites](https://www.nfecte-downloader.com.br/ajuda) --- # Diferença entre NFS-e e NF-e/CT-e: o que baixar de cada uma NFS-e, NF-e e CT-e são documentos fiscais diferentes, emitidos por sistemas diferentes. Entenda o que cada um representa e como baixar os XMLs de cada tipo. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/diferenca-nfse-nfe-cte Atualizado em: 2026-07-14 É comum confundir os três, mas NFS-e, NF-e e CT-e cobrem operações distintas e vivem em sistemas separados. Saber a diferença ajuda a não procurar a nota no lugar errado. ## NFS-e — Nota Fiscal de Serviço Documenta a prestação de um serviço (consultoria, manutenção, hospedagem, etc.). É de competência municipal, e desde o Sistema Nacional da NFS-e passou a ter um padrão nacional. É um documento diferente da NF-e e do CT-e, emitido em outro sistema. ## NF-e — Nota Fiscal Eletrônica (modelo 55) Documenta a circulação de mercadorias — toda vez que a sua empresa compra produtos, o fornecedor emite uma NF-e contra o seu CNPJ. É de competência estadual (SEFAZ). É o documento que dá direito a crédito de ICMS e que precisa ser escriturado e guardado por cinco anos. ## CT-e — Conhecimento de Transporte Eletrônico (modelo 57) Documenta um serviço de transporte de carga. Quando você contrata um frete, a transportadora emite um CT-e. Assim como a NF-e, é da SEFAZ e entra na apuração de créditos. ## O que baixar de cada uma - Mercadorias que entram na sua empresa: NF-e modelo 55. - Fretes que a sua empresa contrata: CT-e modelo 57. O NFe/CTe Downloader baixa em lote as NF-e e os CT-e emitidos contra o seu CNPJ, direto da API oficial da SEFAZ, com o seu certificado — que nunca sai do seu navegador. ## Por que baixar o XML, e não só o DANFE O DANFE (aquele papel ou PDF) é apenas uma representação. O documento fiscal com validade é o XML. É o XML que o seu contador importa, que comprova o crédito e que a fiscalização exige. Por isso capturar os XMLs em lote é parte essencial da rotina fiscal de qualquer empresa que compra mercadoria ou contrata frete. --- # Como baixar XML de NF-e em lote (todas as notas contra o seu CNPJ) Passo a passo para capturar em lote os XMLs de todas as NF-e emitidas contra o seu CNPJ pela API oficial da SEFAZ, sem baixar nota por nota. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-xml-nfe-em-lote Atualizado em: 2026-07-14 Baixar nota por nota no portal é inviável para quem recebe dezenas ou centenas de NF-e por mês. A boa notícia é que existe um caminho oficial para capturar tudo de uma vez: o serviço de Distribuição de DF-e da SEFAZ. ## O que você precisa - Um certificado digital ICP-Brasil (A1 ou A3) do CNPJ que vai consultar. - O Google Chrome com o certificado instalado (A1) ou o token/cartão conectado (A3). - A extensão NFe/CTe Downloader. ## Como funciona A extensão consulta o webservice oficial com o seu certificado. O Chrome apresenta o certificado na conexão segura — nada é enviado para nenhum servidor nosso. Os documentos chegam em lotes, a extensão organiza tudo por mês e emitente, e no fim você baixa um único arquivo ZIP com os XMLs, PDFs e uma planilha Excel fiscal detalhada. ## E as notas que vêm só como resumo? Algumas notas são distribuídas inicialmente como resumo (só a chave, emitente, valor e data). Durante a sincronização ativa, a extensão consulta cada uma pela chave de acesso para buscar o XML completo, quando disponível — sem assinar ou manifestar documento nenhum. Se houver muitos resumos pendentes, escolha períodos menores. Assim você acompanha cada lote com mais clareza e mantém maior controle sobre as consultas. O processo guarda o cursor de NSU e respeita a janela entre consultas para reduzir o risco de bloqueio por consumo indevido (erro 656). --- # CT-e do tomador: como baixar XML e conferir o frete Baixe XML de CT-e como tomador com certificado A1/A3. Confira o CNPJ, o valor da prestação e os eventos e organize os fretes em Excel. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-xml-cte-tomador Autor: Aiteks Revisado em: 2026-10-19 ## Resposta direta Para baixar CT-e como tomador, autentique o CNPJ autorizado com certificado A1 ou A3, selecione CT-e na extensão e sincronize o serviço de Distribuição DFe. O resultado depende de o documento estar disponível ao CNPJ. Confira o tomador no XML, o valor da prestação e os eventos antes de usar o lote. ## Antes de começar - Google Chrome em um computador Windows, macOS ou Linux. - Certificado ICP-Brasil A1 ou A3 válido, instalado e acessível ao Chrome; no A3, token ou cartão conectado e driver da certificadora configurado. - CNPJ autorizado pelo certificado e com documentos disponíveis nos serviços da SEFAZ. - Conta Google para acessar o plano da extensão e conexão com a internet para sincronizar. - Controle dos fretes contratados e dos documentos esperados para comparar com o lote retornado. ## Passo a passo ### 1. Selecione a empresa e conecte o certificado Abra a extensão no Chrome, entre com a conta Google e confirme o CNPJ da empresa contratante. Na seleção do certificado, confira titular e validade. ### 2. Escolha CT-e e o período de conferência Selecione o tipo CT-e. NF-e e CT-e têm serviços e cursores separados. As datas organizam os documentos disponíveis; não garantem recuperar um arquivo histórico. ### 3. Sincronize e acompanhe o retorno Acione a sincronização e aguarde o resultado. Se não houver documentos novos ou aparecer uma pausa, respeite o intervalo indicado sem insistir. ### 4. Identifique o tomador no XML e no Excel O tomador é o responsável pelo serviço de transporte indicado no CT-e. Ele pode ser diferente do destinatário da mercadoria: confira o CNPJ e o papel informado no documento, sem deduzir o tomador apenas pelo endereço de entrega. ### 5. Confira transportadora, rota e valor do frete Na aba CT-e da planilha, compare emitente, origem, destino e valor da prestação com o controle de fretes contratados. Valor da carga e valor da prestação são informações diferentes; use o campo correspondente ao que está conciliando. ### 6. Guarde XML, eventos e relatório Salve o ZIP em uma pasta da empresa e período. Confira cancelamentos e documentos complementares antes de totalizar. Se houver um CT-e faltante, solicite XML e eventos ao transportador. ## Conferência de frete — dados sintéticos | Documento | Tomador | Prestação | Conferência | | --- | --- | --- | --- | | CT-e 1201 | Empresa Exemplo A | R$ 420,00 | Comparar com o frete contratado | | CT-e 1202 | Empresa Exemplo B | R$ 180,00 | Revisar o vínculo com o CNPJ selecionado | | Evento vinculado | Chave do CT-e 1201 | Cancelamento | Revisar a situação antes de somar | ## Resultado esperado Você terá os XMLs disponíveis e uma planilha de conferência. DACTE é uma representação auxiliar e depende de XML completo; mantenha também o documento eletrônico e seus eventos. ## Limites e cuidados de conferência - O guia trata de CT-e modelo 57. NFS-e, MDF-e e CT-e OS são documentos distintos. - Nenhum resultado garante que todos os fretes contratados estarão disponíveis. Divergências exigem conferir CNPJ, papel no documento, disponibilidade e acervo do transportador. - O plano remove o limite de sincronizações da extensão durante a vigência. Não amplia a janela, a cota nem as permissões da SEFAZ. Notas emitidas pela própria empresa devem ser obtidas no emissor ou em serviço estadual autorizado; não há integração com esses portais. ## Fontes - [Portal CT-e — perguntas frequentes e documentos eletrônicos](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=HC%2Fiuy94%2FRk%3D) - [Aiteks — descrição e versão na Chrome Web Store](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) ## Próximo passo [Instalar a extensão no Chrome](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) [Preço, requisitos e limites](https://www.nfecte-downloader.com.br/ajuda) --- # Perdeu o XML de uma NF-e? Como recuperar pela API da SEFAZ Se você perdeu o XML de uma nota emitida contra o seu CNPJ, é possível recuperá-lo pelo serviço de distribuição da SEFAZ. Veja como. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/recuperar-xml-nfe-perdido Atualizado em: 2026-07-14 Um XML sumiu do sistema, o fornecedor não responde e o contador precisa do arquivo. Enquanto a nota tiver sido emitida contra o seu CNPJ e estiver dentro do histórico disponível, dá para recuperá-la pelo canal oficial. ## Recuperação pela distribuição O serviço de Distribuição de DF-e mantém os documentos de interesse do seu CNPJ. Ao sincronizar, a extensão percorre esse histórico e traz os XMLs que ainda estão disponíveis. Se você já sabe a chave de acesso de 44 dígitos, é possível consultar diretamente por ela. ## Limites que valem conhecer - A distribuição tem uma janela de histórico — notas muito antigas podem já não estar disponíveis por esse canal. - Só é possível recuperar documentos nos quais o seu CNPJ é parte interessada. - A guarda legal do XML é de cinco anos: capturar em lote periodicamente evita a dor de recuperar depois. A melhor prevenção contra XML perdido é sincronizar regularmente. Com a captura em lote, o arquivo já fica guardado antes de você precisar dele. --- # Certificado A1 ou A3 no Chrome: conectar e trocar de empresa Prepare o certificado no computador, identifique o CNPJ correto e troque a seleção do Chrome sem enviar arquivo ou senha à Aiteks. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/certificado-nao-sai-do-navegador Autor: Aiteks Revisado em: 2026-10-14 ## Resposta direta O NFe/CTe Downloader usa o certificado que o Chrome apresenta na conexão segura com a SEFAZ. Você precisa instalar o A1 no gerenciador adequado do sistema ou conectar o A3 com seu driver. Não envie o arquivo do certificado nem a senha para a Aiteks. ## Antes de começar - Google Chrome em um computador Windows, macOS ou Linux. - Certificado ICP-Brasil A1 ou A3 válido, instalado e acessível ao Chrome; no A3, token ou cartão conectado e driver da certificadora configurado. - CNPJ autorizado pelo certificado e com documentos disponíveis nos serviços da SEFAZ. - Conta Google para acessar o plano da extensão e conexão com a internet para sincronizar. ## Passo a passo ### 1. Prepare o certificado no computador Instale o A1 seguindo a orientação da autoridade certificadora. Para A3, conecte token ou cartão e confirme o driver. A extensão não instala certificados nem recebe arquivos .pfx. ### 2. Confira validade e titular Identifique o certificado da empresa desejada antes de abrir a consulta. Um certificado vencido ou sem permissão para o CNPJ não é corrigido pela contratação do Pro. ### 3. Conecte pelo fluxo da extensão Abra a extensão e use a ação de conexão do certificado. Quando o Chrome pedir a seleção para a SEFAZ, escolha o certificado correspondente. Confirme o CNPJ exibido antes de sincronizar. ### 4. Troque a empresa com uma nova sessão do navegador Saia da extensão, feche totalmente o Chrome e abra novamente. Selecione o outro certificado e confira o CNPJ. Fechar apenas a aba pode manter a escolha anterior na sessão. ### 5. Se a seleção não aparecer, confira o ambiente Verifique conexão do A3, driver, validade e acesso do Chrome ao certificado com a certificadora ou equipe de TI. Registre a mensagem de erro e o sistema operacional para o suporte, sem compartilhar senha ou chave privada. ## O caminho da autenticação | Etapa | O que acontece | | --- | --- | | Computador | Certificado instalado ou token/cartão conectado | | Chrome → SEFAZ | Autenticação com certificado pela conexão mTLS | | Extensão | Recebe e organiza os documentos autorizados | | Conta Aiteks | Autenticação do usuário e verificação do plano, separadas dos XMLs | ## Resultado esperado A conexão deve usar o certificado e o CNPJ esperados. Os documentos são processados localmente; login, plano e telemetria operacional seguem a política de privacidade do produto. ## Limites e cuidados de conferência - Compatibilidade do A3 depende do sistema, driver e middleware da certificadora. - O certificado público pode ser apresentado à SEFAZ na autenticação. A chave privada não é enviada à Aiteks; dizer que o certificado nunca participa da conexão seria impreciso. - A extensão consulta e baixa documentos; não registra manifestação nem assina documentos fiscais. ## Fontes - [ITI — perguntas frequentes sobre certificação digital](https://www.gov.br/iti/pt-br/assuntos/perguntas-frequentes) - [Aiteks — descrição e versão na Chrome Web Store](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) ## Próximo passo [Instalar a extensão no Chrome](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) [Preço, requisitos e limites](https://www.nfecte-downloader.com.br/ajuda) --- # Distribuição de DF-e: como a SEFAZ entrega as notas do seu CNPJ Entenda o serviço de Distribuição de DF-e da SEFAZ: NSU, lotes, resumo e documento completo, e as regras que evitam o consumo indevido. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/distribuicao-dfe-como-funciona Atualizado em: 2026-07-14 A Distribuição de DF-e é o serviço oficial pelo qual a SEFAZ entrega ao interessado os documentos fiscais eletrônicos ligados ao seu CNPJ. Entender seus conceitos ajuda a usar qualquer ferramenta com segurança. ## NSU: o número sequencial Cada documento distribuído recebe um NSU (Número Sequencial Único). A consulta funciona como uma esteira: você informa o último NSU que já recebeu e a SEFAZ devolve o próximo lote, com até 50 documentos por vez, até acabar. ## Resumo x documento completo Parte das NF-e chega como resumo (dados essenciais) e parte já vem completa. O documento completo também pode ser obtido consultando pela chave de acesso. O CT-e destinado ao tomador costuma vir completo diretamente. ## As regras de uso - Continuar sempre a partir do último NSU recebido. - Aguardar quando não houver documentos novos (senão, erro 656). - Consultar com o certificado do próprio CNPJ interessado. Uma boa extensão cuida do cursor de NSU e das janelas de consulta. Quando houver muitos resumos, trabalhar com períodos menores ajuda a acompanhar o lote durante a sincronização ativa. --- # Como entregar os XMLs de NF-e e CT-e organizados para o contador O contador precisa dos XMLs, não do DANFE. Veja como exportar as notas em lote, organizadas por mês e emitente, em um único arquivo. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/xml-nfe-para-o-contador Atualizado em: 2026-07-14 Todo mês a mesma rotina: reunir os XMLs de entrada para o contador escriturar. Fazer isso manualmente, cobrando arquivo de cada fornecedor, consome horas. Capturar em lote resolve o gargalo. ## O que o contador realmente precisa O contador importa o XML, não o DANFE. É o XML que carrega itens, impostos e o protocolo de autorização. Entregar os XMLs completos, organizados, encurta o fechamento e reduz erro. ## Exportação organizada - ZIP com os XMLs separados por competência (mês) e por emitente. - Excel com dados fiscais, itens, pagamentos, CT-e, eventos e vínculos entre documentos. - Filtro para excluir notas canceladas antes de enviar. Com a captura em lote, o fechamento passa de horas de coleta manual para poucos cliques — e o contador recebe XMLs e uma base de Excel pronta para filtrar. --- # Download de NF-e na SEFAZ (MA, RS, PR, SP...): um único jeito que vale para todos os estados Procurando "download nfe sefaz" do seu estado? A Distribuição de DF-e é nacional: um único serviço entrega as NF-e do seu CNPJ, seja o emitente do MA, RS, PR ou de qualquer UF. Veja como usar. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/download-nfe-sefaz-por-estado Atualizado em: 2026-07-15 Todo mês milhares de pessoas pesquisam "download nfe sefaz" seguido do seu estado — MA, RS, PR, SP. A boa notícia: você não precisa procurar o portal da SEFAZ do seu estado. Para baixar as notas emitidas contra o seu CNPJ existe um serviço único, nacional, que vale para todos. ## O engano comum: procurar o portal estadual Cada SEFAZ estadual tem seu site, e alguns oferecem consultas avulsas de NF-e. Mas para o destinatário — a empresa que compra e precisa dos XMLs de entrada — o caminho oficial é outro: o Ambiente Nacional da NF-e, que centraliza a distribuição de documentos para todos os estados. ## Um serviço só, todas as UFs A Distribuição de DF-e entrega as notas emitidas contra o seu CNPJ independentemente do estado do emitente. O fornecedor pode ser do Maranhão, do Rio Grande do Sul ou do Paraná: se a nota foi emitida contra o seu CNPJ, ela chega pelo mesmo canal, no formato XML autenticado. - Não importa a UF do emitente: a distribuição é nacional. - Você se identifica com o certificado digital da sua empresa (A1 ou A3). - Os documentos chegam em lotes, incluindo NF-e e CT-e. ## E a disponibilidade? A Distribuição DFe é um serviço nacional diferente das páginas públicas de consulta mantidas pelos estados. A disponibilidade ainda depende da infraestrutura da SEFAZ, mas o fluxo e o cursor não mudam conforme a UF do emitente. O NFe/CTe Downloader usa exatamente esse serviço nacional: informe o CNPJ uma vez, selecione o certificado e baixe as notas de todos os fornecedores, de qualquer estado, num ZIP organizado com planilha e PDFs de conferência. --- # Consultar NF-e pelo CNPJ e baixar o XML completo: o guia direto Como consultar as NF-e emitidas contra o seu CNPJ e baixar a nota completa (XML), não só o resumo: o caminho oficial da SEFAZ e a consulta em lote. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/consultar-nfe-pelo-cnpj-xml-completo Atualizado em: 2026-07-15 Consultar uma NF-e pela chave de acesso qualquer portal faz. O que a sua rotina fiscal precisa é de outra coisa: consultar TODAS as notas emitidas contra o seu CNPJ e baixar cada uma completa, em XML — o arquivo que o contador importa e que vale para o Fisco. ## Consulta avulsa x consulta do CNPJ A consulta pública por chave mostra um resumo da nota na tela, uma por vez, com captcha. Serve para conferir uma nota específica, não para a rotina de quem recebe dezenas ou centenas de notas por mês. Para isso existe a distribuição oficial por CNPJ, autenticada por certificado digital. ## Resumo não é NF-e completa Um detalhe que confunde: parte das notas chega inicialmente como resumo (chave, emitente, valor). O resumo não serve para escrituração. A nota completa — com itens, impostos e protocolo — pode ser obtida pelo mesmo canal oficial, consultando pela chave de acesso da nota. - Resumo: chave, emitente, valor, data. Bom para saber que a nota existe. - NF-e completa (XML): itens, NCM, CFOP, impostos, protocolo. É o documento válido. ## Organizando a consulta em lote O fluxo manual — consultar, anotar chave, baixar uma a uma — não escala. A automação correta consulta o feed do seu CNPJ, identifica o que veio como resumo, busca a versão completa de cada nota e entrega tudo organizado. O NFe/CTe Downloader consulta NF-e e CT-e na SEFAZ e, durante a sincronização ativa, busca pela chave as notas que vieram como resumo. O resultado reúne XML, PDF e Excel fiscal; em lotes grandes, use períodos menores para acompanhar melhor. --- # IBS e CBS na NF-e e no CT-e em 2026: como conferir no XML Veja onde IBS e CBS aparecem nos XMLs de NF-e e CT-e em 2026, o papel da classificação tributária e como organizar os valores para conferência. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/ibs-cbs-na-nfe-cte-2026 Atualizado em: 2026-07-15 A Reforma Tributária do Consumo já chegou aos documentos fiscais eletrônicos. Em 2026, NF-e e CT-e passaram a carregar grupos e campos destinados ao IBS e à CBS. Para o setor fiscal, o desafio imediato é localizar essas informações no XML e conferir se elas chegaram de forma consistente ao ERP, à planilha e à escrituração. ## O que mudou nos documentos fiscais em 2026 A Receita Federal orienta que os documentos fiscais eletrônicos desta fase destaquem CBS e IBS individualizados por operação, de acordo com os leiautes e Notas Técnicas de cada documento. A NF-e modelo 55 e o CT-e modelo 57 estão entre os documentos abrangidos. O Comitê Gestor do IBS informou que, para empresas do regime regular, o preenchimento dos campos entra em uma nova etapa operacional a partir de 3 de agosto de 2026. Como regras e versões técnicas podem mudar, a conferência deve sempre considerar a Nota Técnica vigente e a orientação do responsável tributário. ## IBS, CBS e classificação tributária no XML Os XMLs passam a reunir valores e informações de enquadramento dos novos tributos. Entre os termos que o time fiscal encontrará estão IBS, CBS, CST e classificação tributária (cClassTrib). Essa classificação ajuda a identificar o tratamento da operação, mas sua interpretação não deve ser feita apenas olhando o total da nota. - Confira se o grupo de IBS/CBS existe quando aplicável à operação. - Compare os valores do documento com o que foi importado pelo sistema contábil. - Analise itens e CFOP junto com a classificação tributária informada. - Acompanhe a versão da Nota Técnica usada pelo emissor e pelo autorizador. ## Como organizar a conferência de vários XMLs Abrir arquivo por arquivo não escala. Uma base consolidada permite filtrar notas com ou sem valores de IBS/CBS, comparar emitentes, identificar documentos de entrada e saída e separar NF-e de CT-e. A aba de itens continua importante porque o tratamento pode variar dentro do mesmo documento. O NFe/CTe Downloader extrai para o Excel os valores de IBS e CBS presentes nos XMLs recebidos e os apresenta no painel de resumo. A extensão ajuda a localizar e organizar os dados; ela não calcula o tributo, não valida o enquadramento e não substitui a análise fiscal. ## Checklist para o fechamento - Guarde o XML original, que continua sendo a fonte dos dados. - Separe documentos que não trouxeram os campos esperados. - Cruze totais da NF-e, itens e valores importados no sistema. - Documente divergências e valide o tratamento com a contabilidade. - [Receita Federal — Orientações da Reforma Tributária para 2026](https://www.gov.br/receitafederal/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/programas-e-atividades/reforma-tributaria-do-consumo/orientacoes-2026) - [Portal da NF-e — informes e Notas Técnicas da Reforma Tributária](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx) - [CGIBS — preenchimento dos campos de IBS e CBS a partir de agosto de 2026](https://www.cgibs.gov.br/novo-marco-da-reforma-tributaria-inicia-em-03-de-agosto-com-preenchimento-obrigatorio-dos-campos-relativos-ao-ibs-e-a-cbs) --- # Como baixar as NF-e disponíveis para o seu CNPJ Guia para capturar em lote as NF-e disponíveis para o seu CNPJ pela API oficial da SEFAZ, com o seu certificado, sem baixar nota por nota. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-todas-nfe-emitidas-contra-cnpj Atualizado em: 2026-07-14 Toda NF-e de compra é emitida contra o seu CNPJ e fica disponível para você no serviço de distribuição da SEFAZ. Em vez de caçar nota por nota, dá para trazer todas de uma vez. ## O princípio Com o certificado da empresa, a extensão consulta o serviço oficial e percorre os documentos disponíveis para o seu CNPJ, trazendo os XMLs em lotes. A janela de NF-e é de até 90 dias da recepção no Ambiente Nacional; o serviço não é um arquivo histórico mensal. O certificado é apresentado pelo próprio Chrome e nunca sai do seu computador. ## Passo a passo - Informe o CNPJ e a UF do certificado. - Sincronize para percorrer os documentos disponíveis. As datas filtram o retorno, sem recuperar automaticamente meses antigos. - Baixe o ZIP com os XMLs organizados e o Excel fiscal detalhado. Durante a sincronização ativa, notas que chegam como resumo são consultadas pela chave, sem manifestação. Para muitos resumos pendentes, prefira períodos menores e acompanhe cada lote. --- # NF-e em resumo ou XML completo: como conferir e o que fazer em cada caso Entenda resNFe, XML completo e manifestação do destinatário. Confira o retorno, respeite as cotas e saiba quando solicitar o XML ao emitente. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/manifestacao-do-destinatario-para-baixar-xml Autor: Aiteks Revisado em: 2026-10-14 ## Resposta direta Resumo de NF-e (resNFe) informa dados básicos e não contém todos os produtos. A extensão pode consultar a chave durante a sincronização ativa, mas só entrega o XML completo se a SEFAZ o disponibilizar ao CNPJ. Ela não registra manifestação nem substitui obrigações fiscais do destinatário. ## Antes de começar - Google Chrome em um computador Windows, macOS ou Linux. - Certificado ICP-Brasil A1 ou A3 válido, instalado e acessível ao Chrome; no A3, token ou cartão conectado e driver da certificadora configurado. - CNPJ autorizado pelo certificado e com documentos disponíveis nos serviços da SEFAZ. - Conta Google para acessar o plano da extensão e conexão com a internet para sincronizar. ## Passo a passo ### 1. Confira o tipo de documento recebido Na planilha e no resultado da sincronização, verifique a indicação de resumo ou completo. Ter uma chave de acesso não significa ter recebido o XML com os itens. ### 2. Acompanhe a consulta das chaves Mantenha a sincronização ativa enquanto a extensão consulta os resumos elegíveis. O progresso mostra as tentativas e pendências; uma resposta sem o documento completo não deve ser tratada como sucesso. ### 3. Respeite as pendências e a próxima janela Quando a cota termina, aguarde a indicação do painel antes de retomar. A cota é do serviço e do CNPJ: abrir outra aba ou reduzir o período não cria uma cota nova. ### 4. Trate a manifestação no canal adequado Se houver necessidade de manifestação, use o ERP ou serviço autorizado com orientação do responsável fiscal. Escolha o evento que corresponde à operação real. A extensão não envia ciência, confirmação, desconhecimento ou operação não realizada. ### 5. Obtenha por outra fonte o que continuar indisponível Solicite o XML ao emitente ou consulte o acervo da empresa. Compare a chave e o protocolo, guarde o XML e seus eventos e só então use itens e tributos na conferência. ## O que cada retorno permite — exemplo didático | Retorno | Conteúdo | Uso na conferência | | --- | --- | --- | | Resumo (resNFe) | Chave, data, emitente e valor básico | Identificar documento e pendência | | XML completo | Detalhes, produtos, impostos e protocolo | Gerar DANFE e conferir itens | | Evento | Informação vinculada à chave | Verificar alteração de situação | ## Resultado esperado O lote final pode conter documentos completos e pendências. Faça a conferência pela chave, preserve a distinção resumo/completo e não preencha campos ausentes como se fossem zero. ## Limites e cuidados de conferência - Na NF-e, os documentos ficam disponíveis por até 90 dias da recepção no Ambiente Nacional. Selecionar um mês filtra o acervo recebido; não cria uma consulta histórica. A geração inicial de NSU não é retroativa. - O retorno pode ser resumo, documento completo ou evento. Resumos não contêm todos os itens e não geram DANFE. A extensão não realiza manifestação do destinatário e não garante a liberação de XML completo. - O acesso varia com o papel do CNPJ, o documento e as regras de distribuição. Consulta por chave não é um mecanismo para contornar manifestação ou permissões. ## Fontes - [Portal NF-e — NT 2014.002, Distribuição DFe](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=uWO2d%2FgTuWg%3D) - [Portal NF-e — regras de uso do NFeDistribuicaoDFe](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/informe.aspx?AspxAutoDetectCookieSupport=1&Informe=0cu%2FyBLKrCs%3D&ehCTG=false) - [Aiteks — descrição e versão na Chrome Web Store](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) ## Próximo passo [Instalar a extensão no Chrome](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) [Preço, requisitos e limites](https://www.nfecte-downloader.com.br/ajuda) --- # Baixar XML de NF-e de graça: o que dá para fazer sem pagar (e onde está o limite) Dá para baixar XML de NF-e de graça? Veja o que o portal da SEFAZ permite sem custo, por que o download em lote pelo CNPJ exige certificado digital e como testar sem pagar. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-xml-nfe-gratis Atualizado em: 2026-07-17 A busca por "baixar XML de NF-e de graça" é uma das mais comuns de quem lida com nota fiscal. A resposta honesta tem duas partes: existe, sim, um caminho gratuito para casos avulsos, e existe um limite claro para quando o volume aperta. ## O que é gratuito de verdade Consultar uma nota específica pela chave de acesso de 44 dígitos no portal nacional é gratuito. Para algumas notas, com o certificado digital, é possível baixar o XML avulso. Serve para conferir ou recuperar uma nota pontual — não custa nada e resolve o caso isolado. ## Onde o gratuito não escala O problema aparece quando você recebe dezenas ou centenas de NF-e por mês. Consultar chave por chave, resolver captcha em cada consulta e salvar arquivo por arquivo consome horas e é fácil perder nota no caminho. Para o destinatário que precisa de tudo, o caminho é a Distribuição de DF-e — o serviço oficial que entrega em lote os documentos emitidos contra o seu CNPJ. ## Por que o lote exige certificado digital Desde 2020 o download do XML de NF-e pela SEFAZ passou a exigir certificado digital ICP-Brasil (A1 ou A3). Não é uma cobrança de nenhuma ferramenta: é a própria SEFAZ que autentica o acesso pelo certificado da empresa. Qualquer solução séria de download em lote depende desse certificado — a diferença está em onde ele fica. - Ferramentas server-side (SaaS) pedem o upload do seu certificado A1 e da senha para o servidor delas. - O NFe/CTe Downloader usa o certificado direto no navegador (mTLS): ele nunca é enviado para servidor nenhum. ## Como testar sem pagar O NFe/CTe Downloader tem uma sincronização gratuita para você experimentar o fluxo completo — baixar em lote, gerar o ZIP, os PDFs e a planilha Excel — antes de assinar. Não é "de graça para sempre", mas é o suficiente para validar se a captura resolve a sua rotina antes de qualquer decisão. Se o seu caso é uma nota pontual, o portal da SEFAZ com o seu certificado resolve sem custo. Se é volume recorrente de entradas e fretes, a captura em lote é o que economiza horas — e você testa com a sincronização gratuita primeiro. --- # NFe/CTe Downloader, Qive e SIEG: qual escopo atende à sua rotina? Compare consulta local, gestão fiscal, certificado, armazenamento e integrações. Confira as fontes e as condições diretamente com cada fornecedor. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/alternativa-arquivei-qive-sieg-sem-enviar-certificado Atualizado em: 2026-10-14 O NFe/CTe Downloader é uma extensão para consulta e exportação local de NF-e e CT-e disponíveis ao CNPJ. Qive e SIEG oferecem plataformas com escopo mais amplo. A escolha deve considerar o fluxo de trabalho e os recursos necessários, sem tratar produtos diferentes como equivalentes. ## Certificado: verifique a configuração de cada produto Na extensão da Aiteks, A1 ou A3 é usado pelo Chrome na conexão com a SEFAZ, sem upload à Aiteks. A central da Qive documenta A1 e A3. A SIEG informa suporte a A1 e uso do SIEG App para A3. Por isso, não é correto afirmar que toda alternativa exige enviar um A1 ao servidor. ## Quando usar uma plataforma de gestão Considere uma solução mais ampla para centralizar acervos de equipe, automatizar captura e integração ao ERP ou operar fluxos de contas a pagar. Qive anuncia integrações e gestão de pagamentos e fornecedores; SIEG anuncia armazenamento em nuvem, automações e relatórios fiscais. Confirme os módulos contratados. ## Quando considerar a extensão A extensão atende quem acompanha a sincronização no computador e precisa organizar XML, PDF de conferência e Excel localmente. Não realiza manifestação, não é um emissor e não substitui o sistema contábil ou um acervo em nuvem. O plano custa R$ 89,90 por mês de acesso via PIX. Pagamento avulso por um mês de acesso, sem renovação automática e sem fidelidade. ## O que perguntar antes da contratação - Quais documentos e CNPJs o plano cobre? - Como ficam certificado, permissões, retenção e exportação do acervo? - Quais integrações e automações estão incluídas? - Qual o preço total, a vigência e as condições da proposta? Comparação editorial da Aiteks revisada em 14/10/2026. Consulte também a página Comparativo do site, com a matriz por fornecedor. As condições comerciais podem mudar. - [Qive — soluções e integrações](https://qive.com.br/) - [Qive — documentação de certificados](https://ajuda.qive.com.br/pt-BR/collections/4060708-certificados) - [SIEG HüB — funcionalidades e certificados](https://www.sieg.com/hub/) --- # Consultar NF-e pela chave de acesso e baixar o XML: o guia Como consultar uma NF-e pela chave de acesso de 44 dígitos, o que a consulta pública mostra (só o resumo) e como baixar o XML completo pelo canal oficial da SEFAZ. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/consultar-nfe-por-chave-de-acesso Atualizado em: 2026-07-17 A chave de acesso é a "impressão digital" da nota: um número de 44 dígitos que identifica cada NF-e de forma única. Com ela dá para consultar a nota — mas há uma diferença importante entre ver o resumo na tela e baixar o XML completo, que é o documento com validade fiscal. ## O que é a chave de acesso São 44 dígitos que codificam UF, ano/mês, CNPJ do emitente, modelo (55 para NF-e), série, número, tipo de emissão e um código verificador. Ela aparece no DANFE e no próprio XML, e é o que você usa para localizar uma nota específica. ## Consulta pública x XML completo A consulta pública por chave (no portal da NF-e) mostra a situação e um resumo da nota, normalmente com captcha, uma de cada vez. Serve para conferir se a nota está autorizada. Mas o resumo não é o documento fiscal: para escriturar e comprovar crédito, é o XML completo (procNFe) que vale. - Consulta por chave: situação e resumo na tela. Boa para conferir uma nota. - XML completo: itens, NCM, CFOP, impostos e protocolo de autorização. É o documento válido. ## Como baixar o XML completo O XML completo das notas emitidas contra o seu CNPJ é distribuído pelo serviço oficial de Distribuição de DF-e da SEFAZ, autenticado pelo seu certificado digital. Quando uma nota chega apenas como resumo, é possível buscar a versão completa consultando pela própria chave de acesso, quando a SEFAZ a disponibiliza. O NFe/CTe Downloader consulta a Distribuição DFe e, durante a sincronização ativa, busca pela chave o XML completo das notas que vieram como resumo — sem manifestar nada. O resultado sai em ZIP com XML, PDF e Excel. ## Quando você tem centenas de chaves Conferir chave por chave não escala. Se o objetivo é reunir todas as notas de entrada do mês, o caminho é a consulta em lote pela distribuição, e não a digitação de cada chave no portal. --- # Como gerar o DANFE e o DACTE em PDF a partir do XML DANFE (NF-e) e DACTE (CT-e) são representações em PDF do XML. Veja o que são, quando você precisa deles e como gerar os PDFs em lote junto com os XMLs. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/gerar-danfe-dacte-pdf-a-partir-do-xml Atualizado em: 2026-07-17 DANFE e DACTE são os documentos auxiliares — em PDF — que representam visualmente a NF-e e o CT-e. Eles não substituem o XML (que é o documento fiscal com validade), mas são o que a maioria das pessoas imprime, anexa e confere no dia a dia. ## DANFE, DACTE e XML: quem é quem - XML: o documento fiscal com validade legal, que o contador importa e o Fisco exige. - DANFE: a representação em PDF da NF-e (modelo 55). - DACTE: a representação em PDF do CT-e (modelo 57). ## De onde sai o PDF O DANFE e o DACTE são gerados a partir do XML: o layout segue o padrão da SEFAZ (inclusive os campos da Reforma Tributária), e o PDF é montado com os dados do próprio arquivo. Ou seja, tendo o XML, dá para gerar o PDF — não é preciso pedir o papel ao emitente. ## Gerando em lote, junto com o XML Quando você baixa as notas em lote, faz sentido gerar os PDFs no mesmo passo, para conferência visual e arquivo. Assim cada nota tem o XML (para o sistema) e o PDF (para o olho humano), sem retrabalho. O NFe/CTe Downloader gera o DANFE e o DACTE em PDF localmente, no seu navegador, a partir dos XMLs baixados — junto com a planilha Excel de resumo, tudo no mesmo ZIP. O XML nunca precisa sair do seu computador para virar PDF. --- # Crédito de ICMS nas NF-e de entrada: por que você precisa do XML O crédito de ICMS das compras depende do XML das NF-e de entrada. Entenda por que capturar todas as notas emitidas contra o seu CNPJ evita perder crédito e dor de cabeça na escrituração. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/credito-icms-nfe-de-entrada-xml Atualizado em: 2026-07-17 Toda vez que a sua empresa compra mercadoria, o fornecedor emite uma NF-e contra o seu CNPJ — e, em muitas operações, essa entrada gera crédito de ICMS. Só que o crédito não se sustenta no DANFE nem no e-mail do fornecedor: ele se apoia no XML autenticado da nota. ## Por que o XML é a base do crédito O XML carrega os itens, o CFOP, a base de cálculo e o ICMS destacado, além do protocolo de autorização da SEFAZ. É esse arquivo que a contabilidade escritura e que sustenta o crédito na apuração. Sem o XML, o crédito fica frágil diante de uma fiscalização. ## O risco de perder nota (e crédito) - Fornecedor que não envia o XML por e-mail — a nota existe, mas você não tem o arquivo. - XML que some do sistema antes do fechamento. - Entradas de vários fornecedores e estados, difíceis de reunir manualmente. Cada nota de entrada não escriturada é crédito potencialmente perdido. Reunir todas as NF-e emitidas contra o seu CNPJ, de forma sistemática, protege a apuração. ## Capturando as entradas em lote As NF-e de entrada ficam disponíveis ao seu CNPJ na Distribuição de DF-e da SEFAZ. Baixá-las em lote, todo mês, garante que a base de crédito esteja completa antes do fechamento — e organizada para o contador. O NFe/CTe Downloader baixa em lote as NF-e emitidas contra o seu CNPJ e monta um Excel com entrada/saída, CFOP, ICMS, IPI, ICMS-ST e itens — a base pronta para conferir a apuração. Ele organiza os dados; a análise e a escrituração seguem com o responsável tributário. --- # CT-e e NF-e no Excel: como conferir fretes, itens e impostos Prepare um relatório a partir dos XMLs recebidos, confira as abas, separe resumos e eventos e evite duplicidade na soma dos valores. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/xml-cte-para-excel-rota-carga-impostos Autor: Aiteks Revisado em: 2026-10-14 ## Resposta direta A extensão gera Excel com os dados dos XMLs recebidos: NF-e, itens, CT-e e eventos. Para conferir fretes, use o valor da prestação na aba CT-e; para mercadorias, use a aba NF-e e os itens. Campos ausentes e resumos precisam permanecer identificados, sem supor valores tributários. ## Antes de começar - Google Chrome em um computador Windows, macOS ou Linux. - Certificado ICP-Brasil A1 ou A3 válido, instalado e acessível ao Chrome; no A3, token ou cartão conectado e driver da certificadora configurado. - CNPJ autorizado pelo certificado e com documentos disponíveis nos serviços da SEFAZ. - Conta Google para acessar o plano da extensão e conexão com a internet para sincronizar. - Excel, LibreOffice ou outro leitor de arquivos .xlsx. - Controle de compras ou fretes para comparar com os documentos; o relatório não substitui a escrituração. ## Passo a passo ### 1. Defina empresa, tipo e período Selecione o CNPJ e os documentos que deseja conferir. Use um período coerente com o fechamento e registre se o filtro é por emissão; não o confunda com a data em que o documento foi recebido da SEFAZ. ### 2. Gere o lote com a planilha Sincronize e selecione a saída Excel junto aos XMLs. Aguarde o término e salve o arquivo .xlsx e o ZIP do mesmo lote em uma pasta identificada. ### 3. Comece pelo conjunto de documentos Na aba NF-e ou CT-e, confira chaves, números, emitentes e situação. Revise resumos, cancelamentos e eventos antes de calcular totais. Use a chave como identificador para evitar duplicar uma nota entre exportações. ### 4. Cruze fretes, itens e impostos Em CT-e, confronte rota, tomador, carga e valor da prestação. Em itens de NF-e, filtre NCM, CFOP, quantidade e valores. ICMS, IBS e CBS refletem os campos do XML; a planilha não calcula o direito a crédito. ### 5. Separe divergências para revisão Monte uma lista de chaves faltantes ou valores divergentes e compare com o XML completo. Preserve uma cópia original da exportação e salve ajustes em outro arquivo antes de entregar ao contador. ## Separar bases evita uma soma incorreta — dados sintéticos | Aba / campo | Valor | Interpretação | | --- | --- | --- | | NF-e / valor da nota | R$ 1.500,00 | Total do documento de mercadoria | | Itens / valor dos produtos | R$ 1.400,00 | Detalhamento; não somar novamente ao total da nota | | CT-e / prestação | R$ 100,00 | Frete documentado; conferir contrato e vínculo | | IBS/CBS ausente | Campo sem informação | Não presumir imposto zero ou crédito | ## Resultado esperado O resultado é uma base rastreável por chave e documento, com pendências separadas. Mantenha os XMLs como evidência dos valores utilizados no relatório. ## Limites e cuidados de conferência - Um XML pode ter vários itens e eventos. Contagem de linhas não equivale à contagem de notas. - Impostos destacados, valor da carga e valor do frete representam conceitos diferentes. Evite somá-los como uma única base. - O retorno pode ser resumo, documento completo ou evento. Resumos não contêm todos os itens e não geram DANFE. A extensão não realiza manifestação do destinatário e não garante a liberação de XML completo. ## Fontes - [Portal CT-e — perguntas frequentes e documentos eletrônicos](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=HC%2Fiuy94%2FRk%3D) - [Portal NF-e — NT 2014.002, Distribuição DFe](https://www.nfe.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=uWO2d%2FgTuWg%3D) - [Aiteks — descrição e versão na Chrome Web Store](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) ## Próximo passo [Instalar a extensão no Chrome](https://chromewebstore.google.com/detail/nfecte-download-em-lote/gjcgekpnccgeinhgkmegoenkhgpogaie) [Preço, requisitos e limites](https://www.nfecte-downloader.com.br/ajuda) --- # Como consultar NF-e sem a chave de acesso: o guia para o destinatário Perdeu a chave de 44 dígitos? Descubra como consultar e baixar as NF-e disponíveis ao seu CNPJ na SEFAZ usando apenas o certificado digital. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/como-consultar-nfe-sem-chave-de-acesso Atualizado em: 2026-07-25 A chave de acesso de 44 dígitos é a forma padrão de consultar uma nota fiscal no portal da SEFAZ. Mas o que fazer quando o fornecedor não envia a chave, o e-mail se perdeu ou a empresa recebe centenas de compras por mês? É perfeitamente possível consultar e baixar os XMLs das notas fiscais sem ter a chave de acesso em mãos. ## Por que o portal público exige a chave de acesso A consulta pública da SEFAZ na web foi desenvolvida para buscas pontuais. Ela exige a chave de 44 dígitos e a resolução de captchas para evitar robôs e proteger o sigilo fiscal da operação. No entanto, essa ferramenta é inadequada para a gestão fiscal diária de uma empresa destinatária. ## O caminho oficial: Distribuição de DF-e pelo CNPJ Para o destinatário da nota (a empresa que comprou a mercadoria), a Receita Federal disponibiliza o webservice oficial de Distribuição de DF-e. Esse serviço não exige que você digite a chave de acesso de cada nota. - Você se identifica com o certificado digital ICP-Brasil (A1 ou A3) do seu CNPJ. - A SEFAZ entrega por NSU os documentos disponíveis ao CNPJ autenticado, dentro das regras de cada serviço. A geração de NSU no início do uso da distribuição não é retroativa. - Você obtém a chave de acesso, o emitente, o valor e o arquivo XML completo das notas. ## Notas que chegam como resumo x XML completo Na primeira consulta por CNPJ, algumas notas podem chegar no formato de resumo (dados básicos da operação). Para obter o XML completo sem digitar a chave manualmente, a ferramenta de consulta realiza uma requisição interna pela chave capturada, trazendo os itens, impostos e o protocolo de autorização. O NFe/CTe Downloader realiza exatamente esse processo: ele lê o feed do seu CNPJ via Distribuição DF-e, traz as notas sem que você precise digitar nenhuma chave de acesso e entrega os XMLs, PDFs (DANFE) e a planilha Excel organizada. --- # SEFAZ fora do ar? Como verificar a disponibilidade e entender a contingência da NF-e Saiba o que fazer quando o serviço da SEFAZ fica indisponível, como consultar o Painel de Disponibilidade oficial e o impacto nas consultas de XML e emissão. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/sefaz-fora-do-ar-disponibilidade-contingencia-nfe Atualizado em: 2026-07-25 Quem lida diariamente com nota fiscal eletrônica já passou por isso: o sistema dá erro de conexão, a consulta não responde ou a transmissão trava. Quando a SEFAZ do estado do emitente ou da sua UF fica fora do ar, toda a cadeia de recepção e emissão de notas é afetada. ## Como saber se a SEFAZ está realmente fora do ar Antes de alterar configurações de rede ou reinstalar certificados, é recomendável verificar o status oficial dos servidores governamentais. O Portal da Nota Fiscal Eletrônica mantém o Painel de Disponibilidade em tempo real. - Verde: Servidor operando normalmente. - Amarelo: Servidor com instabilidade ou lentidão no tempo de resposta. - Vermelho: Servidor indisponível ou em manutenção. ## O que são as SVC (SEFAZ Virtual de Contingência) Quando uma SEFAZ estadual (como SP, MG, RS, PR) entra em manutenção preventiva ou sofre uma queda não programada, os emissores podem utilizar a SEFAZ Virtual de Contingência (SVC-AN ou SVC-RS) para autorizar notas emergenciais. ## Impacto da indisponibilidade na consulta de XMLs Para quem está baixando notas fiscais de entrada via Distribuição de DF-e, a instabilidade da SEFAZ pode causar lentidão na resposta dos lotes ou mensagens de timeout. Nesses momentos, a recomendação é aguardar a normalização dos servidores sem forçar novas chamadas para evitar bloqueio por consumo indevido (Erro 656). O NFe/CTe Downloader possui tratamento de falhas de conexão e respeita as regras de temporização da SEFAZ. Se o webservice governamental estiver em manutenção, a extensão alerta o usuário e preserva o cursor de consulta para retomar com segurança. --- # DANFE Simplificado e Etiqueta para E-commerce: regras e obrigatoriedade do XML Entenda o que é o DANFE Simplificado impresso em etiquetas térmicas no e-commerce, como ele difere do DANFE A4 e por que a guarda do XML modelo 55 permanece obrigatória. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/danfe-simplificado-etiqueta-ecommerce-xml Atualizado em: 2026-07-25 Com o crescimento do e-commerce e da logística expressa no Brasil, a impressão do DANFE tradicional em folha A4 tornou-se um gargalo de embalagem. Para agilizar o despacho de pacotes, a legislação fiscal autorizou o uso do DANFE Simplificado em formato de etiqueta impressa. ## O que é o DANFE Simplificado Regulamentado pelo Ajuste SINIEF 14/2020, o DANFE Simplificado é uma versão resumida do Documento Auxiliar da NF-e (Modelo 55). Ele pode ser impresso em etiqueta adesiva e colado diretamente no pacote da mercadoria vendida pela internet. ## Informações obrigatórias no DANFE Simplificado - Texto de identificação: "DANFE Simplificado - Etiqueta". - Chave de acesso de 44 dígitos com o respectivo código de barras / QR Code. - Dados do emitente e do destinatário (nome/razão social, cidade, UF). - Valor total da nota fiscal e número/série da NF-e. ## O DANFE Simplificado substitui o XML? Não. O DANFE Simplificado é apenas um facilitador de transporte e fiscalização de trânsito. O único documento legal com validade jurídica e contábil continua sendo o arquivo digital XML da NF-e modelo 55. As empresas que compram mercadorias de e-commerces ou fornecedores que usam DANFE Simplificado precisam capturar e armazenar os arquivos XML completos das notas fiscais por no mínimo 5 anos para comprovação de custos e apuração de créditos tributários. Com o NFe/CTe Downloader, mesmo que sua empresa receba apenas caixas com etiquetas térmicas de DANFE Simplificado, você baixa os arquivos XML completos direto da SEFAZ pelo seu CNPJ e gera a planilha fiscal de conferência automaticamente. --- # CT-e OS (Modelo 67) vs CT-e (Modelo 57): diferenças, usos e como consultar o XML Entenda as diferenças entre o CT-e de carga (Modelo 57) e o CT-e Outros Serviços (Modelo 67) para transporte de pessoas, valores e excesso de bagagem, e como funciona a consulta. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/cte-os-modelo-67-diferenca-cte-modelo-57 Atualizado em: 2026-10-14 No segmento de transportes, o Conhecimento de Transporte Eletrônico possui variações para atender diferentes tipos de prestação de serviço. Enquanto o CT-e Modelo 57 cobre o transporte rodoviário, aéreo e aquaviário de mercadorias, o CT-e OS Modelo 67 foi criado para cobrir outras modalidades operacionais. ## O que é o CT-e OS (Modelo 67) O CT-e Outros Serviços (Modelo 67) foi instituído pelo Ajuste SINIEF 02/2016 para documentar as prestações de serviço de transporte que não se enquadram na movimentação tradicional de cargas. ## Principais aplicações do CT-e OS - Transporte de passageiros (fretamento contínuo ou eventual de ônibus e vans). - Transporte de valores (empresas de carro-forte). - Transporte de excesso de bagagem em linhas de passageiros. ## Diferenças principais entre o Modelo 57 e o Modelo 67 O CT-e modelo 57 documenta o transporte de cargas e contém os dados da prestação e da carga, com referências aos documentos transportados conforme a operação. O CT-e OS modelo 67 usa layout e finalidade próprios para outros serviços de transporte. Consulte as regras do documento e da sua UF antes de escriturar ou automatizar a captura. ## Como consultar e escriturar o XML do CT-e Os dois modelos podem exigir tratamento fiscal diferente conforme a operação e o perfil do tomador. Guarde o documento recebido e seus eventos e confirme as regras de escrituração e eventual crédito com a contabilidade. O NFe/CTe Downloader documenta e valida seu fluxo de captura para CT-e de carga modelo 57 disponíveis ao CNPJ. Esta comparação é educativa e não indica suporte da extensão ao CT-e OS modelo 67. - [Portal Nacional do CT-e — documentos e legislação](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/) --- # MDF-e (Modelo 58): o que é, quem deve emitir e como vincula NF-e e CT-e Guia completo sobre o Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e Modelo 58): regras de emissão, encerramento de viagem e cruzamento com os XMLs de NF-e e CT-e. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/mdfe-manifesto-eletronico-documentos-xml-nfe-cte Atualizado em: 2026-07-25 O Manifesto Eletrônico de Documentos Fiscais (MDF-e, modelo 58) é um documento fiscal digital obrigatório para consolidar as informações de transporte de cargas com mais de uma nota fiscal ou conhecimento de transporte em trajetos intermunicipais ou interestaduais. ## Quem é obrigado a emitir o MDF-e - Transportadoras contratadas (ETC) que emitiram CT-e para o transporte da carga. - Empresas comerciais/industriais que realizam transporte de carga própria em veículo próprio ou arrendado (com emissão de NF-e). ## Como o MDF-e se vincula à NF-e e ao CT-e O MDF-e não substitui a NF-e (modelo 55) nem o CT-e (modelo 57). Ele atua como um lote de viagem que agrupa as chaves de acesso de todas as notas fiscais e conhecimentos de transporte que estão dentro do veículo. No fisco estadual e nas barreiras de postos fiscais de balança, os fiscais leem o DAMDFE (documento auxiliar em papel ou tela) para validar a carga inteira de uma só vez. ## A regra do Encerramento do MDF-e Após o descarregamento da mercadoria no destino final, a empresa emissora deve obrigatoriamente realizar o evento de Encerramento do MDF-e. Não encerrar um MDF-e impede a autorização de novos manifestos para aquele mesmo veículo ou motorista junto à SEFAZ. Acompanhar o ciclo de vida dos XMLs de NF-e, CT-e e MDF-e garante fluidez à operação logística. O NFe/CTe Downloader auxilia a equipe fiscal a manter o acervo de XMLs de entradas e fretes completo e auditável. --- # Carta de Correção Eletrônica (CC-e) para NF-e e CT-e: o que pode e o que NÃO pode ser alterado Saiba como funciona a CC-e, quais campos do XML da NF-e e do CT-e podem ser corrigidos sem cancelar a nota e como os eventos de correção são anexados ao arquivo. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/carta-de-correcao-eletronica-cce-nfe-cte Atualizado em: 2026-07-25 Mesmo com toda a atenção na emissão, pequenos erros de digitação podem acontecer em notas fiscais e conhecimentos de transporte. Nesses casos, a legislação tributária permite utilizar a Carta de Correção Eletrônica (CC-e) para regularizar a operação sem a necessidade de cancelar o documento fiscal. ## O que PODE ser corrigido via CC-e - Código de Natureza da Operação (CFOP), desde que não altere a incidência dos impostos. - Código de Situação Tributária (CST), quando não implique mudança de valores numéricos de tributos. - Razão Social do Destinatário (somente pequenos erros de grafia, sem mudar a pessoa jurídica/CNPJ). - Endereço do destinatário (alterações parciais que não alterem o município sede da prestação ou entrega). - Dados do transportador, placa do veículo, volume e peso da carga. - Observações fiscais complementares. ## O que NÃO PODE ser corrigido via CC-e O § 1º-A do Art. 7º do Convênio SINIEF s/nº de 1970 estabelece proibições expressas. A Carta de Correção NÃO pode ser usada para alterar: - Variáveis que determinam o valor do imposto (base de cálculo, alíquota, valor do ICMS, PIS, COFINS, ISS). - Dados cadastrais que impliquem mudança completa do remetente ou do destinatário (CNPJ/CPF). - A data de emissão ou de saída da mercadoria. ## Como a CC-e se integra ao XML oficial A CC-e não altera o arquivo XML original da NF-e emitida. Ela gera um evento eletrônico assinado digitalmente e vinculado à chave de acesso da nota no banco de dados da SEFAZ. Ao baixar o histórico fiscal, o destinatário recebe o XML da NF-e acompanhado do XML do evento de CC-e. O NFe/CTe Downloader baixa os documentos fiscais juntamente com seus respectivos eventos oficiais (incluindo Cartas de Correção e Cancelamentos), garantindo que o acervo fiscal do seu escritório esteja 100% atualizado para a contabilidade. --- # Baixar CT-e pela chave: consulta, XML e DACTE Veja como consultar CT-e pela chave de acesso, quando o certificado permite obter o XML e como conseguir o documento com a transportadora. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-cte-pela-chave-de-acesso Atualizado em: 2026-10-19 Para baixar CT-e pela chave, primeiro separe duas tarefas: conferir o documento na consulta pública e obter o XML completo. A chave de 44 caracteres identifica o CT-e, mas o acesso ao XML depende do papel do CNPJ, da autenticação e da disponibilidade no serviço. Se você recebeu apenas o DACTE, peça também o XML à transportadora. ## O que a chave de acesso é A chave de 44 caracteres não é um código aleatório: ela é composta por UF, ano e mês de emissão, CNPJ do emitente, modelo (57 para CT-e, 67 para CT-e OS), série, número, forma de emissão, código numérico e dígito verificador. Com o CNPJ alfanumérico, a chave também pode conter letras. Por isso a chave identifica o documento de forma única em todo o país, e por isso também um dígito trocado invalida a consulta inteira — não existe "chave parecida". ## Consulta pública: o que ela entrega e o que não entrega O portal nacional do CT-e permite consultar um documento pela chave sem certificado digital. Isso confirma que o CT-e existe, mostra a situação (autorizado, cancelado, denegado) e alguns dados de resumo. É útil para conferência rápida. O que a consulta pública NÃO faz é entregar o XML completo. E é o XML que a contabilidade precisa: é ele que tem a assinatura digital, os valores, os impostos, a rota e o tomador — tudo o que permite escriturar e tomar crédito. Regra prática: a consulta pública responde "este CT-e existe?". Só o download autenticado responde "me dê o documento". ## Como obter o XML de verdade Um caminho para obter o XML é o serviço oficial de Distribuição DFe da SEFAZ, acessado com o certificado digital ICP-Brasil do CNPJ contemplado pelas regras de distribuição. O retorno depende do papel da empresa, da disponibilidade temporal e da situação do documento. Também é possível pedir o XML ao emitente. - Se você é o tomador do frete, consulte o que foi disponibilizado ao seu CNPJ com o certificado correspondente. - Se você é o emitente, recupere o XML no seu sistema emissor ou acervo: a Distribuição DFe do CT-e não entrega os CT-e emitidos pela própria empresa. - Se você não é participante autorizado, a chave não dá acesso ao XML completo. ## Passo a passo quando você só tem a chave do CT-e - Confira a chave recebida e consulte a situação no Portal Nacional do CT-e. Compare os dados com o frete que você espera encontrar. - Identifique o papel da empresa na operação. Ser destinatário da mercadoria e ser tomador do transporte não são necessariamente a mesma coisa. - Se o CNPJ estiver autorizado, use seu certificado na distribuição do CT-e e procure a chave entre os documentos retornados. A extensão sincroniza o fluxo do CNPJ; não promete baixar qualquer chave avulsa. - Se o XML não estiver disponível, solicite o arquivo e seus eventos à transportadora. O emitente deve usar seu sistema emissor ou acervo para recuperar o original. - Com o XML completo, gere o DACTE para leitura e preserve o XML junto dos eventos. O PDF não substitui o documento eletrônico. ## O erro mais comum: chave em mãos, documento inacessível É a situação que mais gera dúvida. A pessoa recebeu a chave por e-mail ou WhatsApp, tenta baixar e não consegue. Na maior parte das vezes não há erro nenhum: o CNPJ do certificado usado simplesmente não é parte daquela operação. Quando você é parte e ainda assim o documento não aparece, vale checar dois pontos antes de suspeitar da ferramenta: se o certificado está instalado e válido no navegador, e se o documento é recente demais — há uma defasagem entre a autorização na SEFAZ e a disponibilização na Distribuição de DF-e. ## Uma chave de cada vez não escala Consultar pela chave funciona para um documento. Para o volume de um mês, o caminho é o inverso: em vez de perguntar documento por documento, você percorre os documentos disponíveis ao seu CNPJ e filtra o retorno pelo período. A consulta não solicita um arquivo histórico mensal. É exatamente para isso que existe a Distribuição de DF-e, com o cursor de NSU controlando o que já foi entregue. O NFe/CTe Downloader consulta esse serviço com o seu certificado e devolve, em um único ZIP, os XMLs autenticados de NF-e e CT-e, os PDFs (DANFE e DACTE) e uma planilha com uma linha por documento — sem digitar chave por chave. ## Resumo A chave identifica o CT-e e permite conferir a situação no portal. Para obter o XML, peça-o ao emitente ou consulte a distribuição autenticada quando seu CNPJ estiver entre os destinatários do serviço e o documento ainda estiver disponível. Para muitos documentos, sincronize por NSU e mantenha um acervo próprio. - [Nota Técnica 2015.002 v1.04 — Distribuição DFe do CT-e](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=%2FVPENnM7j8s%3D) - [Consulta pública do CT-e](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/consultaRecaptcha.aspx) --- # Como baixar XML de CT-e e gerar o DACTE em PDF Aprenda a baixar XML de CT-e pela SEFAZ com certificado digital, diferencie consulta por chave de sincronização pelo CNPJ e gere o DACTE em PDF. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/baixar-cte-xml-e-pdf Atualizado em: 2026-10-14 Para baixar o XML de um CT-e, confirme se o CNPJ é participante autorizado do documento e use um certificado digital A1 ou A3 na consulta à SEFAZ. A chave de acesso permite localizar e conferir um conhecimento específico; para reunir vários CT-e disponíveis ao CNPJ, use a Distribuição DFe. O DACTE em PDF é gerado a partir do XML completo. ## Passo a passo para baixar XML de CT-e - Confira o CNPJ e o certificado A1 ou A3 que será apresentado à SEFAZ. - Para uma única chave, confira o CT-e no portal oficial e solicite o XML ao emitente se o seu CNPJ não tiver acesso pela distribuição. - Para o acervo do CNPJ, selecione CT-e e sincronize a Distribuição DFe; ela usa o NSU para continuar de onde parou. - Confira os XMLs completos, eventos e pendências antes de gerar DACTE ou somar valores no Excel. ## XML ou PDF? Não é a mesma coisa O CT-e eletrônico é o arquivo XML assinado digitalmente. O DACTE é sua representação auxiliar para acompanhar a carga e facilitar a conferência. A regra geral é conservar o XML, mas a FAQ oficial do CT-e prevê situação específica em que tomador não credenciado à emissão de NF-e ou CT-e pode manter o DACTE para comprovação. Confira a condição aplicável à sua empresa com a contabilidade. - XML — é o documento fiscal eletrônico. Permite importação e conferência; eventual crédito depende da operação e das regras aplicáveis. - DACTE (PDF) — é a via impressa. Acompanha o transporte e serve para leitura humana. Quando disponível, mantenha o XML e seus eventos: eles permitem importação estruturada e conferência automatizada. A exceção de guarda do DACTE descrita na FAQ oficial depende do perfil do tomador. ## O que você precisa para baixar Certificado digital ICP-Brasil (A1 ou A3) do CNPJ que participa da operação. Não é escolha de fornecedor: a SEFAZ só entrega documento fiscal a quem se identifica com certificado, e só entrega o que é daquele CNPJ. Se você é o tomador do frete, a SEFAZ pode disponibilizar os CT-e de interesse do seu CNPJ. Confira o retorno efetivo da distribuição: papel no documento e certificado correto não garantem, por si só, que todo o histórico esteja disponível. ## Baixando um documento avulso Para um único CT-e do qual você tem a chave de acesso, a consulta pelo portal resolve a conferência — mas atenção: a consulta pública confirma a existência e a situação do documento, sem entregar o XML completo. O arquivo autenticado exige certificado. ## Baixando o mês inteiro Aqui muda o método. Em vez de procurar documento por documento, você usa o serviço oficial de Distribuição de DF-e (CTeDistribuicaoDFe): a SEFAZ entrega os conhecimentos de transporte disponíveis ao seu CNPJ, em lotes, controlados por um número sequencial chamado NSU. O NSU é o que torna o processo incremental — cada consulta continua de onde a anterior parou, e você não rebaixa o que já tem. É também a origem do erro mais comum de quem implementa isso na mão: consultar repetidamente sem documentos novos leva ao bloqueio por consumo indevido. ## E os eventos? Um CT-e não vive sozinho. Cancelamentos, cartas de correção e outros eventos são documentos separados, vinculados à chave do conhecimento original. Um acervo fiscal só está completo quando os eventos vêm junto — do contrário, um CT-e cancelado continua parecendo válido no seu arquivo. O NFe/CTe Downloader sincroniza NF-e e CT-e disponíveis ao CNPJ pelo serviço oficial da SEFAZ com o certificado no Chrome. O ZIP organiza os XMLs recebidos, PDFs gerados a partir dos documentos completos, eventos e uma planilha para conferência. Documentos indisponíveis permanecem como pendência. ## Resumo Para um documento, a chave e a consulta ajudam a conferir a situação. Para o volume de um escritório, a Distribuição DFe com certificado pode reunir XMLs e eventos disponíveis ao CNPJ. Mantenha o acervo conforme as obrigações aplicáveis ao seu perfil. - [FAQ oficial do CT-e — guarda do DACTE](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=rxeAJixaFvk%3D) - [Nota Técnica 2015.002 v1.04 — Distribuição DFe do CT-e](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/exibirArquivo.aspx?conteudo=%2FVPENnM7j8s%3D) --- # DACTE: o que é o Documento Auxiliar do CT-e DACTE é a representação impressa do CT-e — não é o conhecimento de transporte em si. Veja o que ele contém, para que serve na estrada, e por que o arquivo que a contabilidade precisa é o XML. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/dacte-o-que-e Atualizado em: 2026-10-14 DACTE é a sigla de Documento Auxiliar do Conhecimento de Transporte Eletrônico. A definição mais útil vem por negação: ele NÃO é o CT-e. É a representação impressa dele — o papel que acompanha a carga. O CT-e é o arquivo XML assinado digitalmente; o DACTE é seu documento auxiliar. A FAQ oficial prevê uma condição específica para guarda do DACTE por tomador não credenciado à emissão de NF-e ou CT-e. ## Para que serve Para as situações em que ninguém vai abrir um XML: acompanhar o veículo na estrada, apresentar em fiscalização de trânsito, conferir a carga na entrega, arquivar em papel. É documento de leitura humana, e cumpre bem esse papel. O DACTE não contém todos os campos estruturados nem a assinatura digital do XML. Mesmo quando sua guarda é aceita para um tomador específico, manter o XML recebido facilita importação, conferência e rastreabilidade dos eventos. ## O que o DACTE traz - Chave de acesso de 44 posições, que identifica o CT-e de forma única - Emitente (transportadora), remetente, destinatário, expedidor e recebedor - Tomador do serviço — quem paga o frete e, em geral, quem toma o crédito - Origem, destino e a descrição da carga - Valor da prestação, valor a receber e os impostos, com destaque do ICMS - Código de barras e QR Code para conferência do documento ## DACTE, DACTE OS e DANFE: não confundir O DACTE comum representa o CT-e modelo 57, usado no transporte de carga. O DACTE OS representa o CT-e Outros Serviços, modelo 67, usado em transporte de pessoas, valores ou excesso de bagagem. Já o DANFE é outra coisa: representa a NF-e, o documento da mercadoria, não do frete. Na prática, uma carga costuma gerar os dois documentos: a NF-e da mercadoria e o CT-e do transporte. São documentos distintos, com XMLs distintos, e a contabilidade precisa dos dois. ## Como obter o DACTE O DACTE é gerado a partir do XML do CT-e. Quem tem o XML autenticado consegue gerar o PDF a qualquer momento — o documento não expira nem depende de portal. Se você não tem o XML, o caminho é obtê-lo com o certificado digital do CNPJ que participa da operação. A SEFAZ entrega os documentos de interesse daquele CNPJ pelo serviço oficial de distribuição. O NFe/CTe Downloader baixa os CT-e destinados ao seu CNPJ com o seu certificado e entrega, no mesmo ZIP, o XML autenticado e o DACTE em PDF — mais uma planilha com uma linha por documento, incluindo rota, carga e impostos. ## Perguntas rápidas - É obrigatório imprimir o DACTE? Ele deve acompanhar o transporte, em papel ou em meio eletrônico aceito pela fiscalização. - Posso guardar apenas o DACTE? A FAQ oficial prevê hipótese específica para tomador não credenciado; confirme se ela se aplica ao seu caso. - Perdi o DACTE, e agora? Se você tem o XML, gera outro. Se não tem, precisa baixá-lo com certificado. - O DACTE muda se o CT-e for cancelado? O PDF que você já imprimiu não muda sozinho. Por isso a conferência pela chave importa. - [FAQ oficial do CT-e — guarda do DACTE](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/perguntasFrequentes.aspx?tipoConteudo=rxeAJixaFvk%3D) --- # XML de CT-e: diferenças entre estrutura, XSD e autorização Validar o XML do CT-e responde a três perguntas diferentes: o arquivo está bem formado, obedece ao schema da SEFAZ e corresponde a um documento realmente autorizado? Veja como checar cada uma. URL canônica: https://www.nfecte-downloader.com.br/blog/validar-xml-cte Atualizado em: 2026-10-14 "Validar o XML" parece uma coisa só, mas são três perguntas diferentes — e quem mistura as três procura resposta no lugar errado. ## 1. O arquivo está bem formado? É a checagem de sintaxe: tags abertas e fechadas, aninhamento correto, encoding declarado batendo com o conteúdo. Abra o arquivo em qualquer editor que entenda XML — se ele reclama antes de você fazer qualquer coisa, o problema é este. Normalmente é encoding trocado (acentos corrompidos) ou arquivo truncado. ## 2. Obedece ao schema da SEFAZ? Aqui entra o contrato do documento. O XSD do CT-e define quais campos existem, quais são obrigatórios, em que ordem aparecem e que formato cada um aceita. Quando a validação falha, a mensagem aponta a tag culpada — procure por trechos como cvc-complex-type (estrutura), cvc-datatype-valid (tipo errado) ou cvc-maxLength-valid (texto longo demais). Valide sempre contra o XSD da versão correta. Boa parte dos falsos negativos vem de validar um XML novo contra um schema antigo — o arquivo está certo, o validador é que está desatualizado. Com os campos de IBS e CBS entrando no layout, isso ficou mais comum. ## 3. É um documento realmente autorizado? Esta é a que mais importa para quem recebe CT-e de terceiros, e a única que o arquivo sozinho nunca responde. Um XML bem formado e válido pode representar um documento que nunca foi autorizado, ou que foi cancelado depois. A prova está na consulta pela chave de acesso de 44 posições, no portal nacional do CT-e. Se o documento aparece autorizado, com os mesmos valores, ele existe. Se aparece cancelado ou denegado, você tem um problema real — e o XML continua "válido" do ponto de vista técnico. Regra prática: schema responde "o arquivo está bem construído?". Só a consulta responde "o documento existe e está valendo?". ## O que muda quando o arquivo vem da SEFAZ Receber o XML diretamente pela Distribuição DFe reduz o risco de alteração no trânsito e ajuda a identificar a origem do arquivo. Ainda assim, confira o retorno, o protocolo quando presente, os eventos posteriores e a situação atual do documento. A distribuição não substitui validação XSD, verificação de assinatura nem consulta atualizada de situação quando essas provas são exigidas pela sua rotina. O NFe/CTe Downloader consulta esse serviço com o seu certificado digital e devolve os XMLs autenticados de NF-e e CT-e, os PDFs (DANFE e DACTE) e uma planilha com uma linha por documento — incluindo a situação de cada um, com os eventos de cancelamento junto. ## Erros comuns e o que significam - Válido no portal mas falha ao importar — o sistema de destino usa layout antigo. Problema do fornecedor do software, não do arquivo. - Acentos corrompidos — encoding. O arquivo foi salvo fora do UTF-8 declarado no cabeçalho. - Chave não encontrada — chave digitada errada, ou documento que nunca foi autorizado. - Autorizado mas cancelado depois — o XML segue íntegro; o que mudou foi a situação. Por isso a situação precisa entrar na conferência, e não só o valor. - [Portal Nacional do CT-e — consulta pública](https://www.cte.fazenda.gov.br/portal/consultaRecaptcha.aspx)