NF-e e CT-e
Como baixar XML de CT-e e gerar o DACTE em PDF
Aprenda a baixar XML de CT-e pela SEFAZ com certificado digital, diferencie consulta por chave de sincronização pelo CNPJ e gere o DACTE em PDF.
Para baixar o XML de um CT-e, confirme se o CNPJ é participante autorizado do documento e use um certificado digital A1 ou A3 na consulta à SEFAZ. A chave de acesso permite localizar e conferir um conhecimento específico; para reunir vários CT-e disponíveis ao CNPJ, use a Distribuição DFe. O DACTE em PDF é gerado a partir do XML completo.
Passo a passo para baixar XML de CT-e
- Confira o CNPJ e o certificado A1 ou A3 que será apresentado à SEFAZ.
- Para uma única chave, confira o CT-e no portal oficial e solicite o XML ao emitente se o seu CNPJ não tiver acesso pela distribuição.
- Para o acervo do CNPJ, selecione CT-e e sincronize a Distribuição DFe; ela usa o NSU para continuar de onde parou.
- Confira os XMLs completos, eventos e pendências antes de gerar DACTE ou somar valores no Excel.
XML ou PDF? Não é a mesma coisa
O CT-e eletrônico é o arquivo XML assinado digitalmente. O DACTE é sua representação auxiliar para acompanhar a carga e facilitar a conferência. A regra geral é conservar o XML, mas a FAQ oficial do CT-e prevê situação específica em que tomador não credenciado à emissão de NF-e ou CT-e pode manter o DACTE para comprovação. Confira a condição aplicável à sua empresa com a contabilidade.
- XML — é o documento fiscal eletrônico. Permite importação e conferência; eventual crédito depende da operação e das regras aplicáveis.
- DACTE (PDF) — é a via impressa. Acompanha o transporte e serve para leitura humana.
Quando disponível, mantenha o XML e seus eventos: eles permitem importação estruturada e conferência automatizada. A exceção de guarda do DACTE descrita na FAQ oficial depende do perfil do tomador.
O que você precisa para baixar
Certificado digital ICP-Brasil (A1 ou A3) do CNPJ que participa da operação. Não é escolha de fornecedor: a SEFAZ só entrega documento fiscal a quem se identifica com certificado, e só entrega o que é daquele CNPJ.
Se você é o tomador do frete, a SEFAZ pode disponibilizar os CT-e de interesse do seu CNPJ. Confira o retorno efetivo da distribuição: papel no documento e certificado correto não garantem, por si só, que todo o histórico esteja disponível.
Baixando um documento avulso
Para um único CT-e do qual você tem a chave de acesso, a consulta pelo portal resolve a conferência — mas atenção: a consulta pública confirma a existência e a situação do documento, sem entregar o XML completo. O arquivo autenticado exige certificado.
Baixando o mês inteiro
Aqui muda o método. Em vez de procurar documento por documento, você usa o serviço oficial de Distribuição de DF-e (CTeDistribuicaoDFe): a SEFAZ entrega os conhecimentos de transporte disponíveis ao seu CNPJ, em lotes, controlados por um número sequencial chamado NSU.
O NSU é o que torna o processo incremental — cada consulta continua de onde a anterior parou, e você não rebaixa o que já tem. É também a origem do erro mais comum de quem implementa isso na mão: consultar repetidamente sem documentos novos leva ao bloqueio por consumo indevido.
E os eventos?
Um CT-e não vive sozinho. Cancelamentos, cartas de correção e outros eventos são documentos separados, vinculados à chave do conhecimento original. Um acervo fiscal só está completo quando os eventos vêm junto — do contrário, um CT-e cancelado continua parecendo válido no seu arquivo.
O NFe/CTe Downloader sincroniza NF-e e CT-e disponíveis ao CNPJ pelo serviço oficial da SEFAZ com o certificado no Chrome. O ZIP organiza os XMLs recebidos, PDFs gerados a partir dos documentos completos, eventos e uma planilha para conferência. Documentos indisponíveis permanecem como pendência.
Resumo
Para um documento, a chave e a consulta ajudam a conferir a situação. Para o volume de um escritório, a Distribuição DFe com certificado pode reunir XMLs e eventos disponíveis ao CNPJ. Mantenha o acervo conforme as obrigações aplicáveis ao seu perfil.
Referências oficiais
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